sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Terapia com Mandalas

Fecha os olhos, visualiza formas movendo-se, cores fluindo em tua tela mental, essas formas e cores vão formando um círculo, uma roda em movimento. Desde o teu interior, sensações unem-se a essa roda, fazendo com que ela tenha tua assinatura. Estás começando um processo de autoconhecimento com mandalas. (Maria Yaguna)


Uma mandala em branco, um universo a ser colorido, um processo de autoconhecimento processando-se de forma serena e criativa, assim é a terapia com mandalas.
Formas, cores, emoções, sentimentos que se mesclam no círculo fora de nós que, ao ser finalizado, através dele retiramos algum peso, angústia, ansiedade, dor.
Segundo Carl Jung, mandalas são uma “ferramenta” para ajudar no processo de autoconhecimento, a mandala nos “conta segredos” sobre nós mesmos, as mandalas são um lindo caminho em nossa trilha interna.
Mandalas são formas mágicas que ajudam a explorar a criatividade, a organizar nosso interior, desenvolver a concentração, prevenir o estresse, organizar a psique, aproximando-nos das sensações de harmonia, calma e equilíbrio.
A palavra mandala vem dos sânscrito e significa círculo, também quer dizer círculo sagrado, anel mágico, roda, centro, “aquilo que é a essência”. Mesmo que a origem do termo seja oriental, existiram mandalas em todas as civilizações, desde as primitivas até as modernas.
Uma mandala simboliza a totalidade do “ser”, expressa essa totalidade, tanto de sua experiência interna como sua relação com o mundo externo, as realidades do ser afloram enquanto ele produz uma mandala.
Por isso o valor terapêutico das mandalas é tão destacado no universo das terapias vibracionais.
Maria Yaguna (Terapias Integrativas e Complementares)

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