sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Em novembro... Vem te fazer feliz!!!!

Querid@s!
Temos muitas atividades além dessas, informem-se, visitem-nos!
Ficaremos felizes com o contato!
Venha se fazer feliz no Cor da Terra!
Ser feliz é uma opção, uma escolha! 
Somos livres para escolher agora! Vem!

O coração dá as respostas...

Há uns dois meses, desde que comecei o blog do Cor da Terra, não tenho atualizado...
Agradecendo os presentes que a vida têm trazido, resolvi "andar na linha" e voltar a escrever...
O coração dá as respostas
Acontece uma "coisinha", assim, entre a gente e a vida... E lá vamos nós a pensar nas coisas... Mas a vida não é pensável, a vida é sentível... a vida é mistério, simplicidade, olhar... a vida é como rio fluindo e crescendo... correndo para o mar... a vida é sem "frescuras", é sem pausa, a vida não julga, não ofende, não maltrata... a vida dá, e dá e dá, sem parar... onde estamos nós que não recebemos? Presos nas idéias! Pensar é bom, organizar a cabeça é bom, mas as vezes temos tanta coisa no mental que é difícil que as novas idéias e inspirações cheguem... Precisamos de uma limpeza, uma faxina mental, jogar fora mesmo, deixar ir arquivos mortos... sentimentos passados que deixaram marcas, deixa ir, irmão, deixa ir... Não vale a pena... custa muita energia relembrar, "resofrer", "rechorar", deixa ir...
Atentos ao momento presente, por que será que é chamado assim? Até na linguagem a vida trouxe a chave... Presente... Presente... oferta da própria vida... temos que aprender a ler nas entrelinhas da vida, porque ela é brincadeira e gozo, prazer e alegria... está sempre mudando... e nós, aqui, parados, esperando... não, não, não pode! Como vai tua vida hoje? Seria a pergunta ideal? Talvez: Como estás na vida e com a vida hoje? A vida se importa contigo, és tão valioso, tão precioso que só existes tu no mundo inteiro, com tuas características, não existe outro igual...
Quando encontramos alguém perguntamos: como estás? COMO ESTÁS? ISSO É AGORA! Talvez eu gostaria de saber quando pergunto a alguém se tem estado bem... como tem andando... mas o que meu coração quer saber realmente é COMO ESTÁ! Como se sente agora, como anda o presente...
Quando o Maestro nos trouxe a pergunta: Em que posso ajudar? Ele não disse, no que poderia ter te ajudado? O que poderia ter feito por ti? Não, é em que posso ajudar (AGORA)?. Então essa é uma pergunta que sempre deve ser feita... Por que o agora amanhã será outro agora... outro presente...
As lições da semana, as aulas da escola são para o AGORA... É agora que devemos trabalhar e exercitar o cardíaco, para que a poeira do desinteresse não se instale ali... Chega um tempo em que é preciso deixar a alma falar, encantar-se, deixar que a alma veja, que ocoração dê as respostas, afinal, estás vivo, agora!
Sejamos inteligentes, de uma maneira sensível... no caso de um caminho espiritual que nosso coração escolheu, ser inteligente significa, a meu ver, não perder nenhuma oportunidade, já disse Lucidor: Sejamos oportunistas! E a oportunidade vem agora, àquele que está aberto a receber e a dar...
Sempre temos como ajudar, sempre podemos nos permitir dizer SIM! Eu ouvi uma vez de um amigo que quem não sabe dizer NÃO, também não sabe dizer SIM! E sinto que ele estava certo, pois se não sabemos dizer chega aos momentos em que caímos, como vamos sentir a mão amorosa da vida estendida, segurá-la e dizer: SIM! Sim, vida, eu te aceito, com tudo que tens a oferecer... E com tudo que eu tenho para doar... esse ayni, essa troca mágica, vai formando essa dança sutil de amor e devoção, o resultado disso é uma vida mais feliz! Menos arraigada à tristeza, menos atrelada aos pensamentos vãos...
Vamos limpar nossa mente, de preguiça, de reclamações, de desejo de controle, de auto lástima, e vamos colocar ali, por que isso também requer um ayni, já que retiramos algo vamos colocar algo... Colocar amor, compaixão, gratitude, devoção...
Às vezes erramos, pensamos... mas certo e errado são somente palavras, e fazem parte do caminho... o silêncio interno, ditado pelo coração acerta sempre... porque invisivelmente nos coloca de frente para a beleza, então o que eram espelhos feios e cheios de egos, vão se transformando em lindas paisagens, e isso é lindo demais...
Não podemos ter medo de errar, esses erros são necessários... precisamos aprender, e só aprendemos ousando... OUSAR... SENTIR... SER... ESTAR... Por isso somos e não "fomos"... é ilusão pensar que fomos algo, o que fomos já deixamos de ser, o que ficaram foram lindas lembranças de momentos felizes que podemos acessar livremente, isso sim, aumenta nossa energia e faz com que o cardíaco se expanda em gratidão, e sei que todos nós tivemos muitos bons momentos, nem dá pra comparar com os não bons... esses temos que agradecer e deixar ir... aprendemos com eles e pra frente! Acima! Sempre!
Amo vocês!

Terapia com Mandalas

Fecha os olhos, visualiza formas movendo-se, cores fluindo em tua tela mental, essas formas e cores vão formando um círculo, uma roda em movimento. Desde o teu interior, sensações unem-se a essa roda, fazendo com que ela tenha tua assinatura. Estás começando um processo de autoconhecimento com mandalas. (Maria Yaguna)


Uma mandala em branco, um universo a ser colorido, um processo de autoconhecimento processando-se de forma serena e criativa, assim é a terapia com mandalas.
Formas, cores, emoções, sentimentos que se mesclam no círculo fora de nós que, ao ser finalizado, através dele retiramos algum peso, angústia, ansiedade, dor.
Segundo Carl Jung, mandalas são uma “ferramenta” para ajudar no processo de autoconhecimento, a mandala nos “conta segredos” sobre nós mesmos, as mandalas são um lindo caminho em nossa trilha interna.
Mandalas são formas mágicas que ajudam a explorar a criatividade, a organizar nosso interior, desenvolver a concentração, prevenir o estresse, organizar a psique, aproximando-nos das sensações de harmonia, calma e equilíbrio.
A palavra mandala vem dos sânscrito e significa círculo, também quer dizer círculo sagrado, anel mágico, roda, centro, “aquilo que é a essência”. Mesmo que a origem do termo seja oriental, existiram mandalas em todas as civilizações, desde as primitivas até as modernas.
Uma mandala simboliza a totalidade do “ser”, expressa essa totalidade, tanto de sua experiência interna como sua relação com o mundo externo, as realidades do ser afloram enquanto ele produz uma mandala.
Por isso o valor terapêutico das mandalas é tão destacado no universo das terapias vibracionais.
Maria Yaguna (Terapias Integrativas e Complementares)

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Reiki: Nunca mãos vazias deram tanto!

Reiki: Método Usui tibetano.
Nunca mãos vazias deram tanto.

Como terapeuta “holística” (de práticas integrativas e complementares), também trabalho com Reiki. Há mais de 13 anos conheci essa energia através de um curso, já havia recebido e estudava aos poucos essa prática.
          Geralmente, antes de oferecer um curso de Reiki, sempre volto a me questionar o que, de fato, é o Reiki, já que é a primeira pergunta que os outros fazem. Se é um método, uma prática de cura, etc.
           Antes de começar a conversar sobre o Reiki, gostaria de dizer que a minha crença, reside, de fato, na energia. É aqui que mora toda e qualquer outra explicação que possa dar sobre o Reiki, tudo é energia, “o rei, o ki, o chi, o ti, a bio”, todas essas definições querem dizer energia. Energia vital, energia cósmica, energia que nos anima e que nos movimenta.
         E qual o Reiki verdadeiro? O sistema Reiki Usui tibetano pode-se dizer que é o verdadeiro Reiki, foi com ele que, Mestre Mikao Usui foi auto-iniciado em seu jejum de 21 dias.
          O que, de fato, é o Reiki, vai mais além do que nossos egos possam perceber. O que sinto que é o Reiki e o que aprendi com meus mestres Reiki e que passo adiante? Que o Reiki verdadeiro é uma energia cósmica e vital incalculável, que tem livre inteligência (sabe o que deve fazer e para onde se direcionar) e que nós, seres reikianos, podemos receber ao mesmo tempo em que enviamos. O que demonstra o imenso amor que é o Reiki. Além disso, Reiki é intenção de amor, além do amor em si.
          O Reiki acelera processos curativos, acorda o ser “adormecido” que é cheio de vida dentro de nós, transforma, equilibra, serena, transmuta, destrói cargas negativas, auxilia e ver os processos de vida com mais clareza, anula pensamentos pessimistas e depressivos, controla a ansiedade somente fazendo um único trabalho: Trazendo o ser a ser quem ele é! Sim, se agimos, de fato, como somos com certeza seremos seres mais felizes, menos ansiosos, mais compassivos, menos inquietos, menos frustrados, mais harmonizados e saudáveis.
          Agora vamos a um tema delicado: o Reiki é Reiki e pronto, não existe Reiki isto ou aquilo, existem outros métodos (que não quero dizer que são piores que o Reiki) que usam esta denominação (Reiki X), para que seja mais bem compreendido. O Reiki vem do Japão, tem sua origem no Oriente, no século XIX e quem deu a essa energia o nome Reiki também foi Mikao Usui. Além disso, tem níveis e símbolos específicos que chegam até nós desde sua origem. O que está fora disso pode ter algumas explicações, mas vou me ater a duas por considerá-las mais importantes. A primeira é que o termo Reiki é usado, como escrito acima, de uma forma errônea, mas para que nós entendamos que o Reiki X, Y ou Z oferecido tem uma “formatação” parecida com o Reiki, o que não torna essa prática (X, Y ou Z), Reiki verdadeiro. A outra explicação é que o “supermercado” da fé necessita, a cada momento, de coisas novas. Temos uma parte consumista, capitalista e ocidental que não é fácil eliminar: Parece que se é simples, não pode ser eficaz! Se for gratuito, não pode ser bom.
          Pensemos: a maioria dos orientais passa toda a sua vida estudando e praticando uma única arte ou método de cura. Nós não conseguimos ficar um ano sem consumir algo novo. O que acontece? Vestem “métodos” antigos com roupas novas, colocam um nome pomposo e lá vamos nós a consumir um pouco mais de “espiritualidade”. Isso é saudável?
           Podemos passar a vida inteira estudando Reiki, puro e simplesmente Reiki!
          Há uma infinita variedade de assuntos ligados ao Reiki: energia, centros energéticos, símbolos, situações, maneiras de atuar com o Reiki, Reiki em alimentos, em animais, em plantas, em ambientes. E muito mais.
          Temos essa parte cheia de urgência e competição que nos faz não saber a fundo algum tema e já partimos para outro.
          Calma, relaxa, temos uma vida cheia de amor e energia, temos nossas mãos reikianas cheias de amor para oferecer. Para que mais?
           Maria Yaguna

domingo, 2 de março de 2014

SOBRE COMO ESGOTAR AS PESSOAS

Uma pessoa se esgota quando a consideramos um recurso ou um espelho. Esgota-se quando nos aferramos, quando compramos sua liberdade a troca de amor. Esgota-se quando se cansa de carregar nossas expectativas, quando se cansa de dissimular para “caber” em um lugar, quando já não pode ser espontânea com nós porque está sempre tentando adaptar-se.

Esgotamos quando nosso amor ou nosso ódio é intenso, mas mesquinho, quando esse amor ou esse ódio quer “todas as flores”, não se contenta com uma única flor, a necessária e a suficiente. Esgotar as pessoas é abusar delas.

Esgotamos uma pessoa quando a temos prisioneira de um afeto, quando especulamos, quando usamos a lógica do comerciante, quando levamos uma livreta onde apontamos suas faltas e logo vamos, como infames recolhedores, cobrar essas falhas.

Esgotamos quando temos ciúmes, mas também se descuidamos do outro. Esgotamos a uma pessoa querida quando nosso querer está coberto de exigências, quando fazemos contratos, quando estamos cheios de promessas não cumpridas e voltamos a fazer uma nova promessa.

Esgotamos quando o que amamos no outro é o amor que ele tem por nós. Uma pessoa se esgota se nós, como parte de sua história pessoa, a colocamos em um cativeiro, a encurralamos a seu passado, não a deixamos ser por nossos pré-conceitos, acreditamos saber tudo sobre ela e já a temos pronta, acabando com toda a oportunidade que ela tem de mudanças.

Um guerreiro, quando ama, não esgota seu amado. Porque trata sempre de ter olhos novos para a relação, porque faz com que flua criativamente, porque faz ofertas e não exige, nem corrige, nem tolera, sem dissimula, nem ameaça. Um guerreiro quando ama se dá, mas não dá o que não pode: o que é ilegítimo manter como próprio em uma relação de poder: a sua liberdade.

Diego Galo Ulloa

sábado, 4 de janeiro de 2014

Somos Unos com tudo...

Às vezes pensamos que algo que acontece poderia ter sido revertido por nós, ou termos feito outra escolha, pensei nisso esses dias, fiquei pensando nas escolhas e tive a profunda certeza de que sim, somos completamente responsáveis pelo momento que passamos, senão por uma escolha recente, por uma escolha de alma, mas isso não vem ao caso, e seria uma desculpa para os erros, tratar tudo como karma... Ou pelas vezes que não nos damos bem com alguém... é karma... Pode ser que ver assim ajude, de certa maneira, considerar alguns acontecimentos sem explicações, desde que isso não se transforme em uma desculpa para não encararmos isso de frente...
Então, deixemos de bobagens e sintamos... O caminho é árduo, ninguém disse que era fácil, mas podemos não complicar ainda mais...
Olhamos as estrelas brilhando nos céus de todo dia, vemos a chuva descendo linda e deixando esse aroma de terra molhada apaixonante. Quantas reações químicas são responsáveis por esse momento? Mas nem pensamos nisso, quando a beleza e o prazer de se sentir estrela e chuva está dentro de nós...
A vida é uma dança sutil, embala, nos beija a alma e vem direto da fonte maior de todas: o AMOR!
Todos os dias temos uma nova chance pra recomeçar, todo instante é precioso pra escolher ficar sofrendo pelos próprios problemas ou sentir e sermos, com muita resposabilidade, curadores... de nós, dos que amamos, dos que não conseguimos amar completamente...
Comecemos a dança, vamos tropeçar aqui e ali, pisar no pé da vida, mas amanhã dançaremos com mais sutileza, e depois de amanhã, com mais graça, e daqui a um tempo, fluiremos leves com a vida que nos habita, com a vida que habitamos...
O amor é dança, é canto, é som, é silêncio, é sorriso receptivo a qualquer que chegue... Amor é simplesmente amor, mais nada... e tudo!
Mas sempre, sempre, sempre podemos tentar de novo, e qualquer um de nós pode aprender a dançar, por que nosso coração já dança, reconhece e relembra os ritmos e os acompanha, há momentos em que saímos do compasso, e mesmo assim está bem... Mas sempre se pode começar de novo!

Amor,
Maria Y.